O que é no-show e por que ele dói tanto no caixa
No-show é o paciente que marca a consulta e simplesmente não aparece — sem avisar e sem dar tempo de preencher a vaga. Diferente de um cancelamento com antecedência, a falta deixa o horário ocioso: o profissional fica parado, a estrutura segue custando e aquela receita não volta. Em clínicas brasileiras, a taxa de no-show costuma ficar entre 15% e 30% — o que significa que, a cada dez consultas marcadas, duas a três podem virar prejuízo direto.
Como a conta é feita
A calculadora usa uma fórmula simples e transparente:
- Consultas por mês = consultas por semana × 4,33
- Faltas por mês = consultas por mês × taxa de no-show
- Prejuízo mensal = faltas por mês × ticket médio da consulta
- Recuperável com a Nina = prejuízo × 38% (estimativa conservadora)
Os 38% não são mágica: vêm da combinação de lembrete na véspera, confirmação ativa, reagendamento imediato e Pix antifalta. É uma média conservadora — muitas clínicas reduzem ainda mais.
Como a Nina reduz as faltas na prática
Lembra e confirma
Lembrete automático na véspera e confirmação ativa — o paciente responde se vem.
Reagenda na hora
Quem não pode vir é remarcado na mesma conversa, sem deixar a agenda com buraco.
Preenche a vaga
A lista de espera é acionada e o horário aberto é ocupado em minutos, com Pix antifalta.